terça-feira, 25 de junho de 2013

CONSIDERAÇÕES FINAIS


DÚVIDAS:
  • Será que as Tecnologias Digitais são utilizadas na Educação Infantil como um recurso pedagógico? Sim, porém de acordo com as nossas entrevistas ele poderia ser mais explorado. Geralmente são dados jogos para as crianças jogarem livremente sem um acompanhamento pedagógico e um olhar a partir do que está sendo trabalhado em sala.
  • Quais materiais existentes para trabalhar com essa faixa etária (0-6)? Jogos com personagens, jogos on-line, mesa educacional.
  • Como os educadores/professores pensam e planejam para trabalhar com as Tecnologias Digitais na Educação Infantil? Os professores não acompanham as aulas de informática. Os professores dos laboratórios perguntam informalmente o que os professores de sala estão trabalhando para disponibilizar jogos com a mesma temática, porém, isso não é uma regra, ou seja, o laboratório de informática vira uma espécie de "lan house" infantil.
CERTEZAS:
  • As crianças em geral sentem-se atraídas pelo computador, gostam de manuseá-lo e explorá-lo;
Mantemos essa certeza pois o computador é algo que prende atenção da crianças por ser dinâmico, colorido, exibir personagens, emitir sons.
  • É uma maneira do professor também aprender com os alunos.
Afirmamos, pois é visível ser uma momento de troca também com o professor, há truques que os alunos, mesmo pequenos, ensinam os professores.

Diante da realidade de hoje em que vivemos onde a tecnologia digital faz parte da vida das pessoas principalmente dos nossos alunos, fica claro que cabe ao professor adaptar suas formas de ensinar garantindo a formação continuada de professor para que melhore sua influência digital e possa integrar as tecnologias digitais no processo de ensino e aprendizagem.
      Devemos ter cuidado e conforme os textos lidos e trabalhados em aula o computador é um meio didático se pensarmos nos recursos que ele oferece como ferramenta de aprendizagem. E não uma disciplina curricular, o uso do computador  como máquina  de ensinar consiste na informatização dos métodos de ensino tradicionais, do ponto de vista pedagógico esse é o paradigma instrucionista, onde um monte de informações devem ser passadas ao alunos em forma de exercícios, prática ou jogos.
       Conforme a professora Eliane Schlemmer, concordo perfeitamente quando ela fala:
Para aprender é preciso mexer, é preciso agir, tentar fazer diferente, estabelecer relações, discutir com outras pessoas que utilizam essa tecnologia, é preciso tentar criar algo e buscar em diferentes tecnologias elemento s que ajudem você a concretizar o seu objetivo.
         O computador e as tecnologias digitais são bastante efetivas no processo de construção do conhecimento, quando o aprendiz esta interagindo com estas tecnologias, ele esta manipulando conceitos e isso contribui para seu o desenvolvimento mental.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

COMPUTADOR CONQUISTADOR

Renata Chabetai

A partir de pesquisas e de acordo com o que nossa entrevistada respondeu, sim, o computador chama a atenção das crianças, pois é dinâmico, divertido, colorido, alguns jogos trazem os personagens preferidos dos alunos e no fim das contas eles nem se importam de fazer "trabalhinhos" na telinha. Muitos reclamam do pouco tempo que ficam na Informática e gostariam de ter uma computador só para eles na escola.
"Softwares e sites infantis atraem as crianças, pois são coloridos, musicais e interativos. Chama a atenção porque é diferente. Trata-se de um ótimo estímulo e pode ser tão divertido quanto fazê-los no papel", diz a pedagoga Cláudia Tricate. Além disso, alguns programas permitem, por exemplo, que a criança monte na tela palavras com cubos coloridos, assim como faz com os blocos de montar. Em outros, ela pode ler histórias, interagindo no roteiro. Mas é bom salientar que as atividades não substituem outros recursos essenciais na alfabetização, como a leitura de livros e a prática da escrita. "São apenas um complemento", diz Cláudia. 

O uso do computador deve ser dosado, assim como a TV. "O excesso pode causar problemas sérios, como danos na visão, na postura e lesões por esforço repetitivo. Há também o risco de a criança acessar sites de conteúdo indevido. Por isso, a atividade deve ser monitorada por um adulto", alerta a psicóloga Rosa Maria Farah, do Núcleo de Pesquisas em Psicologia e Informática, da PUC de São Paulo. 

Naturalmente curiosas, as crianças vêem o computador como mais um brinquedo a ser explorado. "Elas não têm receio de errar, como os adultos, ou estragar o equipamento. Talvez por isso, aprendam tão rápido", afirma Rosa. Para a psicóloga, não existe idade ideal para iniciar o uso do computador. "Se a criança demonstrar interesse e capacidade motora suficiente para tanto, já pode brincar (e aprender)", explica. 

Niviane Schwartz - Pelotas/RS

Sou mãe de um gurizão de 4,8 anos, professora, especialista em Educação Popular e em Mídias na Educação, sou incentivadora do uso de jogos virtuais na alfabetização e todas as fases da educação, não só educação intelectual, mas na construção de hábitos e valores. Meu filho joga no PC desde os dois, sempre sob a minha supervisão, explico quando e porque censuro algum jogo e ele me diz "não faz bom pra minha cabecinha, né mãe!".

quarta-feira, 29 de maio de 2013

CONSIDERAÇÕES A PARTIR DOS TEXTOS TRABALHADOS

Vivemos em tempos de mudança permanente, em um tempo em que informações, uma época de informatização, todas as notícias são acionadas e repassadas com muita agilidade.
E o meio escolar também acompanha estas mudanças ou era de modificação pela informação e informática, seguida por conquistas e incertezas, percebemos o aluno como causador de seu desenvolvimento de criação e vemos o educador e a escola longe ainda destes conhecimentos modernos, enquanto alunas e profissionais da educação nos preocupamos com a questão de como estão sendo levadas essas “novidades” para as escolas? como isso se chega até o aluno? será que o que é levado é mesmo novidade?
“O interesse é pensar qual o significado cultural disso. Com o espaço cibernético temos uma ferramenta de comunicação muito diferente da mídia clássica, porque é nesse espaço que todas as mensagens se tornam interativas, ganham uma plasticidade e têm uma possibilidade de metamorfose imediata. E aí, a partir do momento que se tem o acesso a isso, cada pessoa pode se tornar uma emissora, o que obviamente não é o caso de uma mídia como a imprensa ou a televisão.” (Lévy, 1994 p.1)

O contato com as tecnologias digitais proporciona diferentes maneiras de se comunicar, de trabalhar, de se divertir. Na Educação Infantil, imagina-se que elas são usadas como mais uma maneira de conhecer o mundo, incentivar a curiosidade, despertar interesses nas diversas áreas de conhecimento. Vai além de cores vibrantes e jogos de personagens animados.
O aluno deve fazer desse espaço, um ambiente onde ele se encontre, divida com os colegas o que lhe interessa, afinal, não tem uma faixa etária exata para iniciar o contato com as tecnologias digitais, isto depende da consciência de cada um, pois o que vou acessar é minha responsabilidade, então aí que surge mais uma vez o encargo do educador, ou seja, é ele que vai apresentar softwares para os alunos e desenvolver uma aula com a intenção de promover a educação da consciência da criança para uma opção coerente.
De acordo com Schlemmer: “O uso da tecnologia é visto como uma possibilidade a mais de passar conteúdos ou reforçá-los”.
Na Educação Infantil, são promovidos momentos onde o aluno explora, e estabelece contato com jogos individuais e em grupos, expressam gostos e sentimentos através de reações que norteiam as atividades.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

MAPA CONCEITUAL



A partir de uma análise do mapa conceitual que construímos, pode-se perceber que usamos Tecnologias Digitais como conceito norteador para o desenvolvimento dos demais por ser nosso tema central. Logo, colocamos Currículo, pensamos que, a Informática está dentro nos Planos de Estudo, e é inserida no currículo e deve-se ser cumprida, o professor deve dar conta dessa disciplina.
Para isso, o professor necessita de material didático adequado para que possa realizar aquilo que está proposto no Currículo, para que ele possa desenvolver seu trabalho. Em relação à qualidade dos materiais disponíveis no mercado, é preciso cautela, pois não é um material barato e existem muitos jogos com imagens coloridas e que chamam a atenção das crianças, porém, se formos analisar, as vezes não possuem um aprofundamento pedagógico.
 Além de material, o professor, necessita de formação, de informação, de adaptação, de instruções e vontade de aprender mais sobre aquilo que vai ensinar para seus alunos, afinal, ninguém sente-se seguro ensinar algo do qual não está bem apropriado, do contrário, o trabalho é levado de maneira insuficiente, as aulas se tornam cansativas ou viram brincadeira.
O planejamento coletivo é positivo na hora de pensar o que trabalhar com o aluno, o que ele necessita e auxilia na busca de conhecer o que o aluno tem interesse em aprender, propicia a troca de ideias e de experiências.
Lembrando que não somente a criança aprende nesse espaço, como também o professor e o aluno estabelecem uma troca de saberes através da prática pedagógica, expressando gostos e ideias e construindo e aprendendo de uma maneira muito válida.
"Em lugar de guardião da aprendizagem transmitida, o professor propõe a construção do conhecimento disponibilizando um campo de possibilidades, de caminhos que se abrem quando elementos são acionados pelos aprendizes. Ele garante a possibilidade de significações livres e plurais, e, sem perder de vista a coerência com sua opção crítica embutida na proposição, coloca-se aberto a ampliações, a modificações vindas da parte dos aprendizes. Assim, ele educa na cibercultura. Assim, ele constrói cidadania em nosso tempo." (ALMEIDA, 2005).

CEDO OU NÃO?

No vídeo abaixo, segue imagens de um bebê de 1 ano manuseando um ipad de maneira natural e divertida, o pai incentiva-o a brincar, mas enquanto educadores... se fôssemos analisar até que ponto é construtivo ou não esse contato desde tão cedo, o que seria considerável?


FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=u-uXzHKHofA

Conforme o vídeo o aluno é visto como agente do processo de aprendizagem, onde é livre a descoberta, a exploração e invenção
O adulto também aprende com a criança onde torna-se integrante do processo de aprendizagem, tornando-se facilitador, investigador, orientador e articulador.
Baseado neste ponto de vista nota-se que a exploração, a descoberta e a manipulação são fundamentais para se aprender.
De acordo com Valente:
"o computador pode ser usado na educação como um catalizador de uma mudança paradigma educacional, que promove aprendizagem nas mãos dos alunos e que nesta troca o professor entenda que a educação é somente a transferência de conhecimentos, mas um processo de construção de conhecimento pelo aluno, como produto do seu engajamento intelectual ou do aluno como um todo."
 O objetivo da introdução do computador na educação não deve ser o modismo ou estar atualizado com relação ás inovações tecnológicas.

sábado, 11 de maio de 2013

CULTURA DIGITAL E EDUCAÇÃO

Lúcia Santaella nos traz algumas ideias sobre Cultura, Mídia e Educação no vídeo abaixo, ela afirma que a mídia foi a  fase intermediária, preparatória entre a Cultura de Massas e a Cibercultura que é a cultura do computador e da Internet e que hoje estamos sob a dominância da Cultura Digital, porém, isso não significa que a mídia tenha sumido dos meios de comunicação, o que houve foi uma mescla de opções que permite que as pessoas possam escolher o que assistir, onde assistir, por onde se comunicar, e tudo isso acontece de maneira muito rápida.
A Cultura Digital está ainda em primeiro lugar, e a tendência é que ela vá se expandir ainda mais e conquistar ainda mais adeptos.




quinta-feira, 9 de maio de 2013

REDE DE CONHECIMENTO


O professor realmente deve estar atualizado e buscar novas dinâmicas, métodos mais eficazes e interessantes na construção de conhecimento para com nossos alunos.
A tecnologia digital deve estar interligada com nossa prática e para que esse trabalho aconteça devemos analisar conhecer as necessidades de cada escola, professor e alunos devem estar comprometidos, sem falar da força de vontade de aprender e conhecer onde é de fundamental importância o comprometimento do professor que deve ser mediador na construção de desta rede de conhecimentos.